domingo, 20 de dezembro de 2009

FELIZ NATAL!



Para refletir:

ALEGRIAS E TRISTEZAS NATALINAS

Nesta época do ano, sou levado a pensar no nascimento de Jesus (Lucas 2:8 a 20).
Muita alegria, diversão, viagens, encontro da família, mesa farta. Tudo isso é bom e gostoso, mas infelizmente, quase sempre há um lado triste acompanhando a festa.

Lembre-se que isso já aconteceu há mais de 2.000 ano atrás!

Quando José e Maria chegaram a Belém ocorreu um fato muito triste. Não havia lugar para eles na hospedaria, quer dizer: não havia lugar para Jesus nascer! “...e ela deu à luz ao seu filho primogênito e o deitou enfaixado, numa manjedoura, porque não havia lugar para eles na hospedaria”.

Hoje, parece que não mudou muita coisa. A maioria das pessoas comemora o Natal, festejam, se alegram, mas não passam disso: ELAS NÃO TÊM LUGAR PARA JESUS EM SUAS VIDAS!
Darcy Siqueira


Chegou o Natal!

Natal lembra presentes, Papai Noel, luzes piscando, muitos enfeites, Final de Ano, férias, aliás, as crianças crescem sem saber o verdadeiro significado do Natal.
Acredito que esse é o maior motivo do Natal ter se tornado uma data em que as pessoas sentem-se cobradas a estarem alegres, mas no seu íntimo não sabem onde encontrar essa verdadeira alegria.

Jesus diz: “...a minha paz vos dou. Não vo-la dou como o mundo a dá.” João 14:27

Se você está procurando paz e alegria, não é nos presentes, nas comemorações que você vai encontrá-la: ABRA UM ESPAÇO PARA JESUS ENTRAR EM SUA VIDA!

As DORCAS desejam a você um Ano Próspero e um Natal com festas, presentes, paz, alegria, e Jesus reinando em sua vida.

DORCAS Renascer
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sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

BAZAR DE NATAL/2009

A PERSEVERANÇA PRODUZ EXPERIÊNCIA QUE POR SUA VEZ PRODUZ ESPERANÇA DE PROSPERIDADE E HONRA!
ESSAS MULHERES TÊM PERSEVERADO E PLANTADO PARA COLHER AMANHÃ! 


Aulas de Artesanato ministrado pelas DORCAS
Ao som do teclado com Adão Monteiro






Aulas de Maquiagem com os produtos Mary Kay (selma.marykay@hotmail.com)



DONNADÊ Casa e Decoração (http://www.elo7.com.br/)


Atelier Luciane (http://www.elo7.com.br/atelierlucianevaleria)
www.flickr.com/photos/atelierlucianevaleria


Emagreça com Saúde (Herba Life)
Roberto e esposa (8625-2535)
                                   



quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

sábado, 12 de dezembro de 2009

“Porque não faço o bem que prefiro, mas o mal que não quero, esse faço."

Porque será que sabemos em detalhes aquilo que não queremos viver, o que não nos agrada, e temos tantas dificuldades em descobrir o que realmente gostaríamos de viver e/ou colocamos de forma tão genérica nossos desejos?

Em assuntos anteriores, destacamos sobre mudanças de comportamento e conscientização da busca de uma vida gratificante. Escolher o modo de vida é exercitar o livre arbítrio. Neste contexto, vimos que:

- As escolhas que fazemos são baseadas nos valores que temos como regras para nossa vida, valores adquiridos desde a infância que, ao longo do nosso desenvolvimento, vão determinar o nosso querer.
- Estes valores são, muitas vezes, fruto das vivências boas ou ruins que tivemos.
- Essas vivências, quando ruins, nos fazem registrar conceitos distorcidos da verdade sobre nós mesmos e estes registros podem nos manter presos nos acontecimentos do passado.
- Assim como valores ruins podem determinar escolhas de maus caminhos, valores bons devem levar às boas escolhas e a realizações saudáveis.

Temos uma tendência natural em definir o nosso querer pela negação ou pela oposição ao que não queremos. A ansiedade faz com que nos preocupemos mais com as coisas que não queremos viver, deixando de nos empenhar naquilo que é realmente o nosso querer, o nosso bem. Muitas vezes ficamos presos àquilo que vivemos e não nos agradou, tomamos como exemplo pessoas que falharam, passando a desejar ardentemente não repetir a experiência delas, e muito menos viver aquilo de ruim que presenciamos em suas vidas. Com estas coisas povoando nossa mente e nossos sentimentos, nossa vida fica paralisada.

Tudo na vida tem como possibilidade dois resultados: dar certo ou dar errado.
De uma pessoa para quem tudo vai bem, diz-se que tem sorte, que tem sempre alguém que ajude ou facilite as coisas, que é abençoada. Mas daquela que vive de dificuldade em dificuldade, se diz que não tem sorte, parece que “tem uma coisa”, nada vai pra frente.
Quando então se pronuncia o termo “maldição hereditária” o peso fica ainda maior, principalmente se um filho, tal e qual o avô e o pai, não consegue libertar-se do vício da bebida; se a causa das mortes é sempre pela mesma doença; se os divórcios continuam acontecendo de pai para filho, e o estado de dificuldade financeira já faz parte do dia a dia da família há décadas. A esperança tarda, a fé esfria e o coração fica doente de conformismo “diante do fado, do carma, do destino”. Grosso modo, maldições são manifestações visíveis de males que assolam uma pessoa, famílias ou todo um povo.

EXEMPLIFICANDO: “É muito comum olharmos para a vida dos nossos pais e focarmos o pensamento naquilo que rejeitamos neles, num esforço para NÃO REPETIR os mesmos erros. Este foco só nos levará para o mesmo caminho que eles trilharam, pois não investimos na transformação, e sim no reforço das atitudes que tanto desaprovamos. Essa atitude nos afasta dos sonhos. Para sonhar é necessário soltar a imaginação, e se seus pensamentos estão presos ao negativo, jamais poderá ter bons sonhos.
Para você ser uma pessoa realizada, precisa ter projetos de vida, e é dos seus “bons sonhos” que você constrói a base onde os seus “bons projetos” poderão nascer.

FUNDAMENTOS BÍBLICOS:

As pessoas chegam às igrejas em busca de mudança de vida, se convertem, e ficam à espera de ver revertidas todas as situações de dor, miséria ou enfermidades nas suas vidas. Quando isto tarda muito ou não acontece, um dos grandes culpados mencionados é o gigante da maldição, como se estivesse pré-destinado a tê-lo como companheiro por toda a vida.
Por que então em Jr 31:29-30 e Ez. 18 através de seus profetas há milênios atrás, Deus já passava um recado tão diferente para seu povo?
“Naqueles dias nunca mais dirão: Os pais comeram uvas verdes, e os dentes dos filhos se embotaram. Mas cada um morrerá pela sua iniqüidade e de todo homem que comer as uvas verdes os dentes se embotarão.”
Isto é, cada um responderá por si, pelos seus atos e escolhas, não precisará aceitar passivamente ou repetir a herança ruim da família, a maldição. “Como o pássaro no seu vaguear, como a andorinha no seu vôo, assim a maldição sem causa não encontra pouso,” Pv. 26:2

Muitas pessoas estão presas ao pensamento de que a sua vida está “emperrada” devido à maldição hereditária. São situações que vêm se repetindo de pais para filhos há gerações. A maldição, para se instalar e se desenvolver na vida de uma pessoa, precisa encontrar um terreno preparado à sua espera. Encontrando um solo ocupado por uma vistosa vegetação de fé e amor, de uma mente renovada, de atitudes positivas de superação, não consegue espaço para crescer e produzir seus maus frutos.

“Porque não faço o bem que prefiro, mas o mal que não quero, esse faço. Romanos 7:19”
Uma das atitudes que nos faz perder tempo e agasalhar maldições é o esforço despendido em pensamentos e ações com aquilo que não queremos, deixando de nos envolver com o que realmente nos fará realizados. Assim abrimos brechas mentais, emocionais e físicas, onde o mal prospera facilmente, trazendo a morte de nossos sonhos e da esperança de que um dia tudo poderá se concretizar.
Por isso, é necessário que descubramos o nosso querer, aquilo que Deus colocou em nosso ser, o que Ele determinou de melhor para nós.

Jo 8:32 “Então conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.”
É Jesus quem nos traz o entendimento de que somos livres para escolher o nosso próprio caminho. Ele nos mostra esta condição de sermos administradores das nossas vontades, pensamentos e atitudes.
Jesus nunca dirá: “Conte para mim como foi seu pai para eu poder resolver o que você pode ou não pode ser”. Jesus sempre perguntará: “O que queres que Eu te faça?”
Seja qual for o motivo pelo qual meus pais não conseguiram realizar seus sonhos, EU NÃO PRECISO SEGUIR O MESMO CAMINHO.
Posso aprender e fazer escolhas melhores. Jesus ensinou o que DEVEMOS fazer e NUNCA o que não podemos fazer. Seu Evangelho, Suas boas novas centraram-se num sistema de prevenção contra todo o mal. Se a lei (antes de Jesus) mostra impiedosamente o que NÃO devemos fazer, a graça de Deus em Cristo Jesus nos ensina o que devemos fazer nos dando a paz e a tranqüilidade para pensar e agir acertadamente a favor de nós mesmos e dos nossos amados, sem cair na sentença da lei. A graça não anula a lei. A graça nos protege do jugo da lei.”

A maldição é para quem não tem Jesus como parâmetro para sua vida. Ele nos ensina a planejar o futuro sem deixar de viver plenamente o presente, e ainda, nos dá através de Sua entrega, dos ensinamentos do Evangelho, o poder para vencer qualquer sentença, seja ela hereditária, adquirida ou resultado da nossa arrogância ou rebeldia. Ele não nos impõe nada, Ele realiza o nosso querer.

Você consegue ajudar uma pessoa que não sabe o que quer? Fica difícil não é?
Deus também não pode ajudar aquele que não define o que deseja para si!

O que você quer para a sua vida? Quais são seus sonhos, quais são seus projetos para os próximos dias, meses, ano?
Abandone os pensamentos negativos. Aquilo que você não quer viver não se concretizará na sua vida se a sua motivação estiver baseada nos bons projetos, bons pensamentos e na fé nesse Deus que tem prazer em realizar os desejos de seu coração.
Se em alguma área de sua vida há indícios de maldição, use este conhecimento para impedir que ela encontre pouso. Afaste toda amargura, tristeza, desânimo, ódio ou desejo de vingança do seu interior. Não deixe que ela encontre um terreno fértil para prosperar, tome atitudes corretas:

- não fique parado achando que este é o seu destino.
- faça uma análise: ‘Qual tem sido o meu comportamento diante desta situação?”
- identifique os desvios e corrija.
- peça a Deus revelação para agir com sabedoria e mudar o rumo das coisas.
- retire da sua vida tudo que não edifica, ou melhor, que tem destruído o seu humor, sua alegria, tirado sua paz, e ocupe esse espaço vazio com as promessas de Deus.
- não deixe que essa situação roube os seus melhores dias!

Nosso tempo de vida aqui na terra segue um curso cronológico que não há como deter.
Biologicamente a vida poderá ser prolongada com os avanços da ciência e a melhoria da qualidade de vida. Mas a vida interior, esta precisa ser regada pela Palavra de Deus. É ela que dará o sentido e o equilíbrio, ao tempo que passa e ao corpo que envelhece.

“Você nasceu para dar certo, mas o resultado dependerá da sua escolha… está em suas mãos.”
Quando você descobrir o querer na sua vida, não deixe escapar, acredite, trabalhe e persevere. “pois Deus é quem opera em vós tanto o querer como o efetuar, segundo a sua boa vontade”. Filipenses 2:13

REFLITA: “O que você realmente deseja viver?
Qual será a “boa vontade” de Deus para a sua vida? “

Para que você descubra a “boa vontade” de Deus para a sua vida, proponho um exercício. É uma forma de você descobrir qual é o seu querer, o que você quer para sua vida, ou melhor, o que o Senhor já colocou no seu coração - a boa vontade de Deus para você!

Vamos então fazer o exercício:

PRIMEIRO PASSO:

FAÇA UMA LISTA DAS COISAS QUE VOCÊ NÃO QUER VIVER

Enquanto escrevemos o que não queremos, fica mais fácil entender o que realmente queremos.

SEGUNDO PASSO:

CRIE UMA LISTA DAS COISAS QUE VOCÊ QUER VIVER

Agora que você já determinou o que não quer, comece a enumerar aquilo que você quer viver, quais são os seus verdadeiros sonhos. (não economize)

Conforme você for escrevendo, vá riscando o que não quer. Essa atitude levará você a dar mais atenção ao positivo que ao negativo; quanto mais der atenção ao que quer, as possibilidades de realizações aumentam, pois o seu cérebro estará registrando mais coisas positivas que negativas.
Passe a acreditar em tudo que escreveu, visualize e sinta cada situação, transforme esta lista em emoções!

TERCEIRO PASSO:

ESCREVA E TRANSFORME ESTA LISTA DE COISAS QUE VOCÊ QUER VIVER NUMA HISTÓRIA DE VIDA. SONHE... CRIE PROJETOS!

Pb Martha Miguel

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

As DORCAS participaram da decoração e montagem do cenário para a gravação do Especial de Final de Ano!

Tudo feito com muito carinho, amor e dedicação.

PARABÉNS PELO TRABALHO!










Mesas de centro de material de demolição: cortesia DONNADÊ
Árvore de Natal e abajur desenhado pela Pa Heloisa (DORCAS)


quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

APRENDENDO A LIDAR COM AS PERDAS

A vida que nos é concedida compõe-se de muitos desafios, grandes alegrias, e das conquistas de nossos sonhos e realizações nas diversas áreas: profissional, sentimental, familiar, espiritual. Mas existem momentos na vida que nos desconcertam, abalam as nossas estruturas, parece até que tudo de bom que vivemos, de repente, perdeu a sua importância.
As tragédias, as fatalidades, constituem algo muito ruim que nos acontece, sem que nada possamos fazer, simplesmente acontecem, podendo acarretar muitas sensações desencontradas, tais como:

- conjeturas e sentimentos que nos levam a reviver o acontecido, impedindo a cura da dor -“Nunca mais será como antes”, “Se tivesse sido diferente”, ”Se estivesse em outro lugar”, “É minha culpa”... Lamentações e justificativas de nada adiantam.

- perguntas sem resposta que assaltam a nossa mente: “Por que tenho que passar por isso?”

- o risco de permanecer na posição de “culpado” ao examinarmos e perceber que foi o nosso erro que causou o sofrimento. O reconhecimento do erro é saudável somente quando encarado como experiência, para que se tomem medidas para mudar, virar a página, nunca para ficar remoendo o que passou.

- a negação, isto é, fechar os olhos, fazer de conta que nada aconteceu, o que não é nada saudável. A dor pode não ser extravasada, mas está lá, corroendo, e muitas vezes, além de mergulharmos na tristeza, apatia, ou nos tornarmos agressivos, irritados, podemos ainda ser acometidos de enfermidades.

Não é fácil, mas precisamos aprender a passar por cada etapa dos sentimentos que a perda traz, no sentido de superá-la.
A prática de vivenciar a dor no tempo certo é boa tanto para nós, como em relação ao sofrimento dos outros. Esse aprendizado nos ensina, também, a respeitar o momento de dor do próximo. Talvez a perda por ele sofrida seja insignificante para nós, mas a pessoa é quem vai saber o seu real valor, por isso nunca tente medir os sentimentos do outro pelos seus.
Como exemplo, uma criança pode ficar inconsolável por algum tempo ao perder um brinquedo apenas. Para nós pode parecer sem importância, mas para ela aquele momento é de dor, de sofrimento. Está vivendo uma perda, que passará por um processo até ser superada, como acontece com todo ser humano.

Sabendo de tudo isso, como proceder, na prática, para sair ileso de uma perda?

Nos assuntos debatidos neste espaço, onde o conhecimento da Psicologia é iluminado pela Palavra de Deus, não há como não “bater na mesma tecla”, quando o assunto é a PRÁTICA: lidamos com sentimentos e comportamentos que precisam ser transformados para termos uma vida boa, e o que se segue, você certamente já ouviu outras vezes.
Quando sofremos uma perda, o primeiro passo é trazer à consciência, se dar conta do ocorrido, nunca negar a sua gravidade. Se você está triste, com raiva, procure falar sobre isso. E também quando não tiver mais nenhum sentimento ruim a respeito, não é preciso fingir para agradar aos outros.

Para sua recuperação é importante:

- que comece a descobrir coisas novas, novidade de vida. Avaliar as possibilidades, reconquistar as mesmas coisas e/ou buscar novas conquistas. Há coisas tão boas e até melhores para acontecer na sua vida.

- saber que sentir medo não é fraqueza, é um sinal de que você ainda está caminhando para a superação do problema. Não tenha vergonha de pedir ajuda; reconheça suas limitações e os sentimentos de raiva, medo, tristeza, culpa. Calar ou remoer só vão fazer mal a você e aos que estão ao seu redor. Não se deixe ser consumido por eles. São sentimentos naturais do ser humano, que precisam ser trabalhados para que possam ser superados.

- que procure enxergar suas boas qualidades, as coisas boas e excelentes que já aconteceram em sua vida.

- aproveitar este momento para uma “reforma” na sua vida social, física, mental e espiritual.

Enfim, você tem dois caminhos a seguir: ser vítima ou sobrevivente; vivenciar a dor e superá-la ou permanecer no espírito de sofrimento.
Existe a vítima de um divórcio, vítima de pais problemáticos, vítima de uma tragédia, das dificuldades financeiras...

Como o caso de uma mulher que tinha três filhos e perdeu um deles em um acidente há cinco anos. Quando se pergunta a ela: Quantos filhos você têm? – ela responde: Três filhos.
Essa mulher está presa no passado, pela NEGAÇÃO. Não enfrentou o processo da dor, por isso não consegue superar a perda. Queixa-se que nunca mais conseguiu trabalhar, tem depressão, sua vida ficou estagnada.

E você, é vítima dessa situação que está vivendo, ou um sobrevivente construindo novas oportunidades?

FUNDAMENTOS BÍBLICOS

A pessoa quando se coloca na posição de VÍTIMA fica presa nas perdas, presa no sentimento de que foi injustiçada e abandonada pelos outros e por Deus. Não consegue enxergar o novo, não consegue se levantar, e debruçando sobre o acontecido, investe suas forças em chorar e lamentar a perda, ou, como no exemplo acima, nega o ocorrido para não enfrentar a dor, mas igualmente fica presa a um passado não resolvido.

O SOBREVIVENTE cai e se levanta. O sofrimento se converte em experiências, depoimentos de conquistas. Ele tem o tempo do choro, de tristeza, mas logo se dá conta de que não deve permanecer neste lugar.

APRENDENDO COM O EXEMPLO DE DAVI

2Samuel 11 e 12, conta que Davi ao ter cometido um ato pecaminoso com Bate-Seba, como homem de guerra, estrategista, faz todo um planejamento para se “livrar” de Urias, seu marido e ficar com ela. Manipulou a situação, Urias morreu e Davi desagrada ao Senhor pela sua atitude. Como conseqüência do seu ato, mesmo depois do arrependimento, cumpre-se a profecia por causa do pecado: “...o filho que te nasceu morrerá”.
Quando a criança adoeceu, “Buscou Davi a Deus pela criança. Jejuou e, recolhendo-se, passa a noite toda prostrado em terra”.
Vendo a angústia do rei, quando a criança morre os servos de Davi ficam temerosos em lhe avisar. E se ele cometesse um desatino?
Ouvindo Davi o sussurro, perguntou: “É morta a criança? Eles responderam: É morta. Então Davi se levantou da terra. Depois de ter se lavado, ungido e mudado as vestes, entrou na casa do Senhor e adorou. Então foi para casa e a seu pedido serviram-lhe pão, e ele comeu.
Surpresos os servos, questionaram a Davi, e ele lhes respondeu. “Vivendo ainda a criança, jejuei e chorei, porque pensava: Quem sabe se o Senhor se compadecerá de mim, de modo que viva a criança. Mas agora que é morta, porque jejuaria eu? Poderei eu fazê-la voltar? Eu irei a ela, mas ela não voltará para mim.”
Davi foi consolar a Bate-Seba, e continuou a vida. Ela concebeu a Salomão, que Deus amou e estabeleceu como sucessor de Davi.

Quando olhamos para nossa perda com o sentimento de que algo nos foi arrancado, de que ficamos com menos, se torna muito mais difícil superar.

Jesus nos dá o grande exemplo, olhou com outro olhar a perda da própria vida.

João 10:17 “dou a minha vida para tornar a tomá-la, ninguém a tira de mim, mas eu espontaneamente a dou.”

Sabemos que a nossa vida não nos pertence, não temos posse definitiva sobre ela, apenas nos foi dada para que a administremos, e bem. Isso significa que ninguém pode tirar nada de nós, só existe um que pode dar e tomar para si: o Senhor.

Tudo que somos e temos nos foi dado por Deus, e nada acontece sem a sua permissão.

A fé em Jesus, é que nos dá a certeza da reconquista. Quando perdemos, o Senhor sempre nos retribui com o melhor, nunca nos deixa faltar. Ageu 2:9 “A glória da segunda casa será maior que a da primeira, diz o Senhor dos Exércitos...”

Em 1 Samuel 30, o rei Davi, ao voltar da guerra, se deparou com uma tragédia: a cidade havia sido saqueada e queimada e mulheres, crianças e todos que ali moravam levados cativos pelo inimigo. Não escondeu sua fraqueza, esvaziou o sentimento para poder pensar no que fazer. Enquanto permaneceu no choro, Davi estava vivendo o sentimento de vítima. Logo que consultou ao Senhor e recebeu a palavra de ânimo, se tornou um sobrevivente, deixou para trás a perda, agora a sua meta era a reconquista do que havia perdido. Davi era homem, sujeito às fraquezas da carne, porém o seu espírito era de vencedor. Não permitia que pousasse nele o sentimento de vítima, mas sim o de sobrevivente, sempre. O rei Saul lutou muito para tornar Davi a sua vítima, porém não conseguiu, pois, guiado pelo Espírito Santo de Deus, ele estava sempre sobrevivendo às investidas de Saul e seu exército.

Reflita: Você vai permanecer vítima dessa situação que está vivendo, ou vai se posicionar como um sobrevivente buscando novas alternativas para a superação do problema? Faça como Davi, se não sabe o que fazer, pergunte ao Senhor!

Pb Martha Miguel


quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

O MUNDO CARECE DE AMOR

“Ainda que eu falasse a língua dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa, ou como o sino que retine”.
“Ainda que eu tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que eu tivesse toda a fé, de maneira que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria.”
“E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para o sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria.” 1 Corintios 13: 1-3

O amor está na poesia, na música, na boca dos apaixonados, nos romances dos livros best seller, na tela do computador. O amor está nos objetos de souvenir, nos sermões religiosos, nas telas do pintor... A ciência já comprova que o amor é o remédio para um coração sadio, para um corpo em bom funcionamento e uma mente equilibrada.

Mas o mundo carece de amor!

Não há amor na pedofilia nem na bala perdida, não há amor no casal que se agride nem nos pais que abandonam seus filhos, não há amor naqueles que se consomem pela droga! Nem há amor naquele que mente, engana e vive da miséria humana.
A palavra amor é uma das mais escritas e pronunciadas e, também, das mais cobiçadas. Fala-se, escreve-se, porém, o amor verdadeiro, poucos conhecem.
O amor não é um desenho, não tem forma, não tem cheiro, não tem textura... É muito mais que uma flor, um coração, que um presente, mais que palavras.

O amor é um sentimento, é um dom, é divino!

FUNDAMENTOS BÍBLICOS

“Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todo o teu entendimento e de todas as tuas forças. ...Amarás ao teu próximo como a ti mesmo. Não há outro mandamento maior do que estes.” Marcos 12:30 e 31

Quando a Palavra de Deus coloca um mandamento, cabe a nós obedecer.
Amar a si mesmo não é egoísmo, como muitos acham, pelo contrário, quanto mais egoísta a pessoa é, mais distante do amor estará. O egoísta é inseguro e frágil interiormente, tem um ego infantilizado. Quem se ama, humildemente reconhece que é um ser único e especial, planejado pelo Criador.
Quanto mais a pessoa fortalece o seu interior cultivando a auto-estima, mais segura ela se torna. Só os fortes conseguem ser gentis, desprendidos, livres, e demonstram essa liberdade quando passam a sentir mais prazer amando do que sendo amado, sem cobranças, tendo maior preocupação em dar do que em receber. Amar ao próximo, sem amar a Deus e a si mesmo, é uma missão impossível.

Costumamos amar as pessoas pelo que elas representam para nós, considerando nossos desejos, frustrações e decepções: - pais querendo fazer de seus filhos o que deveriam ter sido;
- maridos ou esposas “despejando” no outro o que não conseguiu ser, o que deixou de fazer, as suas fraquezas e insatisfações.
O amor verdadeiro precisa ser incondicional. Você ama porque ama. O amor deve vir muito antes das condições, acrescido de amizade, compreensão, respeito, fidelidade, demonstrações de afeto, ingredientes que vão possibilitar que esse sentimento possa ser compartilhado.

O amor é um sentimento, viver o amor é atitude!

Falar de amor é falar de Deus. 1João 4:8 “Aquele que não ama não conhece a Deus”, porque Deus é amor”.

A religiosidade nos apresenta um Deus implacável pronto para nos castigar quando erramos, como se Sua satisfação fosse a vingança. Um pai demonstra o seu verdadeiro amor corrigindo o filho em seus caminhos errantes, “Quem ama Cuida”. Você conhece este Pai?

É preciso pelo menos duas pessoas para haver um relacionamento, e o mundo tem dificuldade de conhecer o amor genuíno de Deus, por falta de intimidade com Ele. Se há falta de amor, há falta de Deus!

O amor de Deus foi demonstrado em sua grandeza e plenitude, quando entregou seu Filho em sacrifício por nós. Jesus derramou esse amor em vida, convivendo com os miseráveis, os oprimidos, com reis e doutores, com pessoas comuns como nós, amando-os, incondicionalmente, para nos ensinar a exercer esse amor em sua essência. Num ato de maior grandeza entregou, voluntariamente, a sua vida em sacrifício por nós. Jesus importou-se com as pessoas o tempo todo, dando o melhor de si a cada um.

Dizem que “A humanidade padece e se autodestrói, porque lhe faltam essas duas pérolas: o amor e a amizade”.

Não somos Jesus, sabemos que não é fácil. Por isso é necessário nos dispormos a ouvir, a aprender com Ele, e saber que precisamos do outro para que o amor aconteça, para que haja reciprocidade.

Aquele que ainda não conheceu o verdadeiro amor de Cristo tem dificuldades em perdoar, é consumido pela mágoa, pelos ressentimentos e não deixa espaço para o amor. Jesus pediu que seus discípulos permanecessem no seu amor, único modo deles serem reconhecidos como seus discípulos. Chamou-os de “amigo”. Os amigos sabem o que está no coração um do outro, são íntimos, cúmplices, espontâneos, têm liberdade, lealdade, compromisso e aliança.
A Palavra de Deus já nos adverte: Prov. 20:6 “ Muitos proclamam ter constante amor, mas o homem fiel quem o achará?

É em Jesus que vamos encontrar o verdadeiro amor e a amizade sincera, você não precisa mais permanecer triste e amargurado. Jesus te ama independente do que você é, faz ou tem! Ele quer ser teu amigo, experimente!
Abra o seu coração, permita que esse amor inunde a sua vida. O resto é só deixar acontecer!

Pb Martha Miguel